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Covid-19: Hospital de Campanha atende quase 100 pessoas em 24 dias

O Hospital de Campanha Dr. Celso Tavares, localizado no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, no bairro Jaraguá, em Maceió, atendeu 99 pacientes com a Covid-19 em 24 dias de funcionamento. A unidade conta com 150 leitos clínicos e duas salas de estabilização com respiradores, que asseguram uma assistência intermediária entre a ofertada por uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e um hospital convencional.

Atendendo apenas pacientes encaminhados pela Central Estadual de Regulação, o equipamento de saúde já concedeu alta médica a 52 usuários que se recuperam da Covid-19. Desde o último dia 22 de maio, quando foi inaugurada, a unidade já transferiu 14 pacientes para hospitais de alta complexidade e, nesta segunda-feira (15), conta com 30 pacientes internados, sendo um no leito de estabilização, com a utilização de respirador.

Entre os 52 pacientes que já receberam alta médica do Hospital de Campanha Drº Celso Tavares, está o estudante Carlos Antônio Teixeira Filho, de 23 anos. Após passar seis dias internado em um leito clínico, ele recebeu alta médica e, acompanhado dos familiares, retornou para São Miguel dos Campos, onde reside.

Acesso – Para ter acesso à unidade, os usuários não podem ser menores de 18 anos, oncológicos em estado crítico, com indicação para estarem em um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), portadores de cardiopatias descompensadas, renais crônicos com prescrição de hemodiálise e, no caso das mulheres, é vedada a internação para gestantes ou puérperas (período que compreende os 45 dias após o parto). Concebida como uma unidade intermediária, que não é um hospital convencional, o Hospital de Campanha atende pessoas que não estão com comprometimento grave do padrão respiratório e não precisam de intubação.

“Mas, caso haja necessidade, há respiradores, onde o paciente é estabilizado e encaminhado para um hospital convencional, onde é obrigatório existirem leitos de UTI. Vale ressaltar que nenhum paciente pode vir de forma espontânea, sem que haja a indicação clínica e o encaminhamento. Temos que prestar uma assistência médica intermediária e, caso haja uma piora no quadro clínico do paciente, fazemos a regulação e o encaminhamos para um leito hospitalar convencional”, salienta a diretora-geral, Marcelle Perdigão.

SECOM/GOVERNO DO ESTADO

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