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Prejuízo da CVC era esperado, mas gerou queda nas ações na Bolsa de Valores

O presidente do Maceió Convention, Glênio Cedrin disse que a situação da CVC Corp. é boa e estável, já que vários fatores financeiros favorecem a empresa para uma retomada das atividades, o mais rápido possível. A declaração do representante do trade turístico da capital alagoana, tranquiliza aos parceiros, depois da notícia do prejuízo de R$ 350 milhões, que foram detectados na auditoria, publicada na última segunda-feira (6). A CVC é a maior operadora de turismo da América Latina, com mais de  1.400 lojas em todo país.

Segundo ele esse prejuízo já havia sido informado no início do ano aos acionistas, embora não oficializado. Entretanto a notícia foi uma grande surpresa no mercado de ações, o que gerou uma queda da CVC Corp. nas Bolsa de Valores de São Paulo.

A notícia pegou os operadores da Bolsa de valores de surpresa, já que o cenário na segunda-feira (6), o cenário era avesso com a companhia fechando o pregão em alta de 10,55%, sendo negociada a R$ 21,79.

Contudo na terça-feira (7), a queda nas ações da companhia aconteceu logo após a divulgação de um fato relevante da empresa, nesta manhã, informando que a perda estimada no erro contábil identificado em fevereiro deste ano aumentou R$ 100 milhões, passando de R$ 250 milhões para R$ 350 milhões. Na quarta-feira (8) a cotação caiu para – 0,25 pontos (1.31%).

Esse fato novo ocorreu justamente no momento que a CVC realizava tratativas internas finais para realizar a operação de capitalização no valor de até R$ 1 bilhão. Os valores das ações ainda estão estabilizou, pelos menos até a manhã de quinta-feira (9), com 0,29 pontos negativos ( 1,31%).

Segundo o presidente do Maceió Convention, a empresa está capitalizada graças a MP do Governo Federal, que possibilitou a devolução dos pacotes comprados, em 12 parcelas a partir do fim da pandemia. Isto deu a CVC uma folga de caixa a título de Capital de Giro. “O Governo Brasileiro e aqui destacou o ministro Paulo Guedes, tomou uma decisão crucial para salvar as operadoras de turismo da falência, que foi possibilitar a devolução dos valores recebidos em 12 parcelas”, disse Glênio.

“O que é R$ 350 milhões de prejuízo para uma empresa que fatura bilhões por ano, na atividade do turismo na América Latina”, disse ele. “O novo presidente da CVC Corp. Leonel Dias de Andrade, assim que assumiu o cargo, disse também em entrevista, que a empresa tem caixa para ficar até um ano sem funcionar e assim mesmo pagar seus colaboradores e manter lojas abertas”, disse ele. “Esses fatos mostram a solidez financeira da CVC que hoje é uma grande promotora da economia no Brasil, no setor de turismo”, enfatiza Cedrin.

Mudanças na CVC

Glênio Cedrin disse ainda que a CVC está realizando grande e profundas mudanças para se adaptar ao novo cenário pós covid, se transformando numa empresa mais competitiva e promotora do turismo em todos segmentos, consequência do livre mercado e das necessidades que a demanda determina.

“Todos nós devemos acompanhar as mudanças e sermos parceiros dessa empresa, que tanto tem dinamizado a atividade turismo no Brasil e proporcionado a geração de empregos e renda”, finalizou.

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