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Vendas digitais: nova realidade no turismo fecha franqueados da CVC em São Paulo

Novo cenário para os negócios no turismo, que hoje vive uma rápida migração para ações de vendas totalmente digital, aliada à restrição na circulação de pessoas nos centros comerciais está levando ao fechamento das lojas físicas de agências de viagens, que começam a enfrentar a nova realidade, que é ver antigos parceiros indo na direção do credenciamento de pessoas físicas, para se tornarem vendedores virtuais “porta a porta”.

Uma prova concreta está entre os franqueados da CVC como o que ocorreu o fechamento de cinco lojas franqueadas da operadora em São Paulo que tinha a sua frente o empresário Fernando Paulo. Todas em shoppings (Cidade de São Paulo, Metrô Santa Cruz, Tucuruvi, Plaza Sul e Campo Limpo). Segundo ele, havia muita despesa e pouca receita.

Aliado ao cenário desfavorável, a manutenção do antigo modelo de negócios de vendas de produtos de turismo se tornaram obsoletos diante das novas ferramentas digitais, criadas por antigos parceiros, que dispensam as lojas e o atendimento presencial.

A própria operadora CVC cada vez mais investe em recursos digitais, que credencia pessoas físicas, que se tornaram “Uber de vendas de produtos de turísticos”. Contudo, segundo observadores do setor de turismo, a mudança mais radical está por vir; quando os operadores de turismo mais tradicionais iniciarem as vendas de diárias de imóveis, por temporada, através de plataformas digitais, se transformando em negócios, no mesmo estilo Airbnb.

Neste primeiro momento as agências são as principais vítimas desse processo, depois será a rede hoteleira, que precisa se adiantar e se libertar das dependências das operadoras e montar suas próprias ferramentas e estratégias de vendas no mundo virtual. Os negócios no mundo do turismo em 2022 serão totalmente diferentes e quem tiver mais visibilidade no mundo virtual, aliado a conteúdo com credibilidade na comunicação, vai sobreviver.  


“A pandemia está pressionando o modelo de negócios de loja em shopping. As pessoas viram que comprar na internet é possível e isso não tem volta. Nosso trabalho nos últimos meses é só remarcação, não tive como aguentar mais. As perspectivas de retomada são só para o fim do ano ou 2022, não tenho como esperar”, declarou Fernando Paulo.


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