Praxedes prestigia posse de Humberto Martins na Corregedoria do CNJ

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O desembargador Otávio Leão Praxedes, presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, compareceu à posse do ministro alagoano Humberto Martins no cargo de Corregedor Nacional de Justiça, na manhã desta terça-feira (28), em Brasília (DF). “Humberto é um gestor nato, com atuação destacada nos cargos ocupados. Nobilita com sua presença o Judiciário nacional e o Estado de Alagoas”, afirmou o desembargador.

Ainda de acordo com o chefe do Judiciário de Alagoas, Humberto Martins, que é ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), “sempre trilhou sua trajetória no sistema de Justiça com transparência e dignidade”. Praxedes também disse ter “orgulho” em participar da posse do ministro, alagoano de Maceió e ex-integrante do Pleno do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) entre 2002 e 2006, quando foi nomeado para o STJ.

O ministro Humberto Martins foi indicado para o cargo de corregedor nacional de Justiça em 21 de março pelo Pleno do STJ. Ele foi sabatinado na comissão de Constituição, Justiça e Redação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 11 de abril. Dia 16 do mesmo mês, sua nomeação foi confirmada. Nesta terça, em solenidade presidida pela ministra Carmen Lúcia, presidente do STF, assumiu a corregedoria nacional.

Também compareceram à solenidade os desembargadores Celyrio Adamastor, vice-presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, Alcides Gusmão, Washington Luiz, José Carlos Malta, Klever Loureiro, Fernando Tourinho e Tutmés Airan, Pedro Augusto, Sebastião Costa, Fábio Bittencourt e João Luiz.

O juiz Ney Alcâncara representou a Associação dos Magistrados de Alagoas (Almagis). Familiares do ministro e servidores públicos de outras instituições também prestigiaram a solenidade.

Transparência para redução do grau de litigiosidade

De acordo com Humberto Martins, sem transparência não há como o cidadão expor suas necessidades e apresentar suas demandas e nem como os magistrados mostrarem para a sociedade o trabalho que realizam para reduzir o grau de litigiosidade no País.

Martins citou dados de 2016, quando havia quase 80 milhões de processos em tramitação no Brasil, para um total de pouco mais de 18.000 magistrados, incluídos os magistrados de segundo grau e os ministros de tribunais superiores.

“Naquele mesmo ano, ingressaram 29,4 milhões de processos novos, e foram julgados 30,8 milhões de casos. Em média, cada juiz brasileiro solucionou 1.749 processos anuais”, afirmou, por meio da assessoria de imprensa do CNJ. Até a próxima semana o ministro Humberto Martins pretende divulgar o seu plano de trabalho.

“Desde já, gostaria de frisar que a função da Corregedoria Nacional de Justiça continuará sendo marcada pela difusão de um valor que foi muito caro aos meus antecessores e que para mim é incontornável: o compromisso com a transparência. Esse compromisso se expressa na necessidade de fazer com que os magistrados estejam mais próximos da sociedade, para que o cidadão possa conhecer o seu juiz”, disse Humberto Martins.

Ao lado da ministra Cármen Lúcia, ministro Humberto Martins assina terno de posse.

Maikel Marques com informações do CNJ
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